... mas não é todo mundo que pode comprar. Eu fiquei extasiada. Passei umas três horas circulando a loja inteira, que tem uns 4 andares (contando o térreo). Cada andar, um setor específico. Para vocês terem uma idéia, lá se vendem desde perfumes até brinquedos, comidas de Natal, chocolates, roupas, calçados, bolsas, eletrônicos, CDs e DVDs , pianos de cauda, móveis, e artigos de esporte e hobbies. Muita coisa, muita gente perfumada e muito dinheiro (pra ser sincera) demasiado gasto com futilidades. Eu juro que sai deprimida da loja, ora pensando que eram sim um monte de coisas inúteis, ora pensando que, do meu lado fútil escondido bem no fundo, eu gostaria de possuir boa parte dessas coisas. Mas enfim...
Me contentei gastando quatro libras num doce do tamanho de uma tortinha mini de morango da Dona Deola, que era de framboesa (com framboesas de verdade no topo!) e creme de baunilha. E trouxe pra casa também dois ... doces? Qual é o nome desse treco? Parece um micro-bolinho, uma bolacha assim, recheada. De baunilha também. Muito gostoso. É de uma doceira francesa de dentro da Harrods. Pra vocês verem, já se foram. Agora, como diz a querida Rita Lee, tudo isso vira m&rd@, não importa se foi comprado na Harrods ou no boteco da esquina... (só lembrando que eu gastei duas libras no CD do Oasis que valeu muito mais a pena e vai durar pra sempre).
Anyway, estou meio sem inspiração hoje. Era pra eu ter visitado o Buckingham Palace também, mas logo que eu sai da Harrods, começou a chover (que novidade!) e ai eu me enfiei no metrô Knightsbridge abaixo e vim pra casa. Nada de fotos de dentro (é proibido) e nem de fora, já que a chuva me atrapalhou.
Amanhã tem Liverpool Street e Notting Hill, se o tempo permitir. O tempo, aquele de relógio, que rege a vida das pessoas, e aquele do clima, que define o passeio dos turistas em Londres. Vai depender desse tempo...
Bye.

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